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Há Fronteiras na Ciência?

O PET-Química convida a todos a prestigiarem a palestra do Professor Dr. Edvani Curti Muniz para a edição deste semestre do "Há Fronteiras Na Ciência?".

A palestra ocorrerá às 13h30min na Sala 03 do Bloco 26 no dia 07 de Julho de 2017. Lembrando que haverá emissão de certificado. Participe!! 


Estudo Dirigido de Química Inorgânica


O PET-Química convida a todos os interessados ao Estudo Dirigido de Química Inorgânica, apresentado pelos petianos do terceiro e quarto ano da graduação! A pergunta-tema do Estudo foi cedida pelo professor Rafael Silva.
Na próxima quinta-feira, 06/07, às 17h30 na sala 03 do Bloco 26!

Venha participar!! 

Lembrando que certificado AAC será emitido!
 



Processo Seletivo PET-Química UEM 2016

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo do PET-Química! Procuramos você para fazer parte da história de nosso grupo, que há 24 anos atua na UEM, integrando ensino, pesquisa e extensão em suas atividades, visando complementar a graduação através de palestras, visitas técnicas, seminários e muito mais!

Para efetuar as inscrições, leve à DAA (Bloco 109) os seguintes documentos:
- Curriculum Vitae com foto;
- Histórico escolar do seu Menu do Aluno;
- Certificados de cursos (se houver);
- Cópias de RG, CPF e R.A.


É necessário também apresentar bom rendimento acadêmico, disponibilidade de tempo e vontade de fazer a diferença.

Além disso, você não precisa estar cursando exclusivamente o primeiro ano da graduação para participar do Processo Seletivo, será permitida também a participação de acadêmicos do 2ª e do 3ª ano dos cursos de Bioquímica e Química Bacharelado e dos 2ª, 3ª e 4ª anos do curso de Química Licenciatura. Vagas para bolsistas e voluntários serão disponibilizadas.
Lembrando que as inscrições vão até o dia 22 de junho.

Não perca essa chance, participe!

XIX SULPET - Porto Alegre/RS

O PET-Química UEM enviou representantes a Porto Alegre/RS para participarem do XIX Sulpet!

O petiano Bruno, em nome do grupo, apresentou o trabalho Semana de Nivelamento durante a sessão de pôsteres.



Estudo Dirigido de Educação

No dia 17/05 os petianos do quinto ano de Química Licenciatura, Igor e Silvia, deram início ao ciclo de seminários do Estudo Dirigido.

A área de estudo foi o ensino e os petianos responderam a pergunta cedida pela professora Débora Piai "Como o conhecimento é construído?".

O PET - Química parabeniza os petianos Igor e Silvia pela ótima apresentação e agradece a presença de todos.


Bateria feita de xixi pode carregar seu celular


Cientistas na Inglaterra desenvolveram uma tecnologia capaz de transformar urina em energia elétrica. A célula de combustível movida a xixi não gera gases poluentes e é muito barata - custa 2 libras esterlinas, aproximadamente 10 reais. 
A criação dos pesquisadores utiliza bactérias para gerar energia a partir de matéria orgânica. Quando respiram, as bactérias oxidam moléculas orgânicas e movimentam elétrons. É nessa movimentação que está o potencial para gerar energia elétrica - o truque é coletar os elétrons durante a respiração das bactérias.

Esse modelo já é bastante conhecido na ciência, mas seu uso era limitado porque a tensão e a corrente elétrica geradas eram muito baixas. São esses os limites que os cientistas da Universidade de Bath estão tentando ultrapassar.
Os pesquisadores Jon Chouler, Mirella Di Lorenzo e Petra Cameron mostram a célula de combustível

A urina passa pelo interior do mecanismo para que a reação química aconteça. O processo praticamente não gera lixo residual, ao contrário da maioria das formas de gerar energia elétrica. Além disso, o novo modelo é menor, mais poderoso e mais barato que a maioria das células de combustível que utilizam microorganismos.
A maioria desses modelos que procuram gerar energia através de microoganismos usa platina como catalisador da reação química que acontece na célula. Já a nova "bateria" usa um composto derivado de glucose e da albumina, proteína do ovo - dois ingredientes baratos e renováveis.
Cada unidade da célula é um cubo de 2,5 cm de lado. Se essas unidades são conectadas, a energia gerada vai aumentando proporcionalmente. Um metro cúbico dessas células é capaz de gerar 2 Watts de energia, potência suficiente para carregar um celular, por exemplo, só usando xixi.
É claro que essa quantidade nem se compara à gerada em usinas hidrelétricas ou até paineis solares, mas os pesquisadores acreditam que, aperfeiçoando o design das células, vão conseguir aumentar ainda mais a potência gerada.
Para os autores, um dos usos potenciais da tecnologia é levar energia elétrica para regiões em que o sistema de cabos de transmissão de energia ainda não chegou. Eles esperam conseguir melhorar a tecnologia a ponto de revolucionar a produção de energia, com o uso de materiais considerados "lixo" mas que são produzidos o tempo todo, como a urina.

NETFLIX produzirá série baseada na operação LAVA JATO

Ontem o nosso país parou para acompanhar a votação na Câmara dos deputados sobre a manutenção ou interrompimento do mandato da presidente Dilma. Os 513 foram chamados pelo nome para votar, e foi estabelecida uma ordem para essa votação: a votação seria por região. Por exemplo, votariam todos os deputados de Roraima e depois todos do Rio Grande do Sul, onde os deputados deveriam votar SIM para o impedimento da Presidente e NÃO para a manutenção da mesma no governo e suas respectivas justificativas. 
Como todos puderam notar, a assembleia se transformou em um verdadeiro circo, com deputados justificando seus votos em nome de Deus, dos filhos, avós, cachorro, papagaio. Em pensar que esses seres são os que nos representam. 
E nosso país se encontra nessa situação política caótica devido a operação LAVA JATO, que denunciou esquema de corrupção bilionário na Petrobrás. A operação ganhou repercussão mundial e chamou atenção da NETFLIX. A nova produção será baseada nas recentes investigações de corrupção da Operação Lava Jato e será dirigida por José Padilha, o mesmo diretor de "Narcos" e "Tropa de Elite", e escrita por Elena Soares.

           

 As filmagens devem começar neste ano. Já a estreia está prevista para 2017. A série, no entanto, ainda não tem nome definido. Em nota, Erik Barmack, vice-presidente de Originais Internacionais da Netflix, afirmou que a Netflix reconhece o talento de Padilha em transformar os eventos atuais ainda em constante evolução em narrativas atraentes.
                                  
Eduardo Padilha “Esse projeto vai narrar a operação policial em si e mostrar detalhes sobre o maior esquema de corrupção já visto no Brasil. Era fundamental que a série fosse produzida com imparcialidade”, afirma Padilha em comunicado da empresa.